A sessão apresenta uma abordagem feminista e interseccional para o uso e a investigação da inteligência artificial no jornalismo, a partir de dois casos: o Radar Antigênero (Gênero e Número) e a Quitéria (AzMina). A palestra discute como dados e algoritmos podem tanto reproduzir desigualdades quanto apoiar estratégias jornalísticas de monitoramento, análise e enfrentamento da desinformação e do discurso de ódio de gênero. O objetivo é oferecer ferramentas para que jornalistas compreendam, usem e questionem sistemas de IA de forma ética, crítica e comprometida com os direitos humanos.