A sessão apresenta o geojornalismo como método investigativo central para a cobertura de crimes ambientais e das mudanças climáticas na Amazônia. Fenômenos territoriais, cumulativos e interdependentes ainda são tratados de forma fragmentada pelo jornalismo, com mapas usados apenas como ilustração. A proposta demonstra como dados geoespaciais podem orientar investigações desde a pauta até a narrativa final. A atividade se divide em uma base teórica, sobre método e bases de dados, e uma parte prática, com uso do QGIS aplicado ao jornalismo investigativo.